Pois é. Quem queria muito ir ver a senhora, provavelmente tropeçou num dos inúmeros obstáculos à compra do bilhete. Em Janeiro a Casa da Musica não tinha grandes informações a prestar nem reservava bilhetes, na sua simpatia habitual (ao estilo do bar de cima de Serralves).A 10 de Março, os bilhetes esgotaram em apenas 20min depois da abertura das bilheteiras, às 10h da manhã, o que é no minímo estranho: em 1º lugar porque não estavam 1000 pessoas na fila e em segundo porque 1000 pessoas nunca seriam atendidas tão rapidamente. Nem na casa da musica, nem nas fnacs ou coisa que o valha.
O Blitz avança que a maioria dos bilhetes foi vendido a espanhois e outros que tais, maravilhados com a possibilidade de comprar um bilhete para um concerto numa janela e noutra o voo low-cost. Os portugueses ficaram a chupar no dedo, exceptuando, claro está, os amigos da casa da musica. Como dizia um conterrâneo no Last.fm, aquilo devia chamar-se Casa dos Amigos, pois a quem lhes interessa, reservaram lugares.
Para a próxima ponham a mulher a tocar na Fnac, para umas 30 pessoas. Ao menos assim ninguém acha estranho que os bilhetes esgotem tão rápido..

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